12 Juillet 2018: nouveau livre « La dévotion une relation d’amour »

 


 

 C’est avec une grande joie que nous venons vous présenter le premier tome, d’une série de 4 tomes,  des révélations de N.S.J.C à Sœur Marie Marthe Chambon, humble servante du Seigneur, toute à la dévotion de Celui à qui elle a donné sa vie et  avec qui elle a partagé sa Passion.

Les Sœurs de la Visitation, l’association Sr Marie-Marthe Chambon participante à ce projet, ont eu à cœur de faire partager le message essentiel du Christ délivré  à notre chère Sœur et qui demeure pour nous un credo.

 Si vous souhaitez commander le livre, merci d’envoyer à l’adresse ci dessous votre commande ainsi qu’un chèque de 19,50 €  (livre 15€ +frais d’envoie 4,50€)

Règlement à l’ordre de: Association Marie-Marthe Chambon et ses Amis
Adresse : Monastère de la Visitation
32 Route de la Visitation – Marclaz – 74200 Thonon les Bains
Tél : 04 50 70 34 46 – Mail : MMC73@orange.fr

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INVOCATION

INVOCATIONS 

Cœur Sacré de Jésus, par l’entremise de Votre Très Sainte Mère,

qui La Première Les a contemplées et adorées,

j’offre à Votre Divin Père Vos très Saintes Plaies.

Cœur Sacré de Jésus, par les mérites de Vos Très Saintes Plaies, 

faites du bien à tous ceux qui nous veulent du mal.

Sœur Marie-Marthe Chambon, Vous à qui le  Sacré Cœur a révélé 

la dévotion à Ses Saintes Plaies et les mérites infinis que l’on peut en retirer,

obtenez-nous la grâce

de nous consumer d’amour pour ses Saintes Plaies du Sacré Cœur de Jésus.

 

Terço das Santas Chagas

Terço das Santas Chagas

Oração inicial.

Deus, vinde em nosso auxílio,

R: Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. Glória…

 V.  Ó Jesus, Divino Redentor, sede misericordioso para connosco e para com o mundo inteiro. Amen -Deus Santo Deus forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. Amen –

Graça e misericórdia, meu Jesus, durante os perigos presentes, cobri-nos com o Vosso Sangue Precioso. Amen –

Pai eterno, misericórdia, pelo Sangue de jesus Cristo, Vosso Único Filho: tende misericórdia nós nós Vo-lo suplicamos. Amen  Amen

 

Nas contas grandes do terço (em lugar do P.N.): -

Pai Eterno, eu vos Ofereço as Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.

R: para curar as chagas das nossas almas. (1)

 Nas contas pequenas do terço (em lugar de A.M.) –

Meu Jesus, perdão e misericórdia.

R: pelos méritos das vossas Santas chagas (1) No final do rosário, repetimos três vezes:

 No fim: Recita-se três vezes a jaculatória:

Pai Eterno, eu Vos ofereço-te as Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Para curar as chagas das nossas almas.

 (1) (Decreto da Congregação para a Doutrina da Fé, Roma, 23 de março de 1999)

 

 

Marie-Marthe Chambon

 Marie-Marthe Chambon, na vida secular Françoise Chambon (Chambéry, 6 de Março de 1841 – 21 de Março de 1907, Chambéry), é uma religiosa francesa, da Ordem da Visitação de Santa Maria, conhecida pelas suas experiências místicas, e por ter introduzido a devoção do Terço das Santas Chagas. A sua causa de beatificação está em curso, facto que faz com que ela seja considerada como Serva de Deus.

 Françoise Chambon nasceu a 6 de Março de 1841 em Chambéry, no lugarejo da Cruz Vermelha situada ao pé da colina de Lémenc. É batizada no mesmo dia. A mais velha de sete crianças, a família vive na miséria, apenas dos rendimentos duma herdade modesta. Educada numa atmosfera profundamente religiosa, é na idade de oito ou nove anos que a menina conhece as suas primeiras experiências místicas. Ao participar com a sua tia numa Via-Sacra, por ocasião da Sexta-Feira Santa, terá tido uma visão de Cristo pregado na cruz, coberto de sangue e de chagas.

A partir de então, a sua vida espiritual se torna mais evidente, e ela prepara a sua Primeira Comunhão com fervor. O Menino Jesus lhe terá aparecido e ter-lhe-á prometido permanecer junto dela ao longo de toda a sua vida. Cada dia, ela participa na missa, recita o rosário em família, multiplica os sacrifícios e as mortificações. Em 1861, é admitida no seio da Ordem Terceira franciscana.

Atraída pela vida religiosa, entra em 1862 no convento da Visitação de Chambéry. Por causa das suas origens modestas, e não podendo doar o dote, é admitida como irmã conversa, destinada aos trabalhos domésticos. A 2 de agosto de 1864, faz a sua Profissão religiosa, com o nome de irmã Marie-Marthe.

A partir de Maio de 1866, as suas experiências místicas desenvolvem-se, e por obediência, ela transmite-as fielmente às suas superioras. Até ao dia da sua morte, mais nenhuma outra religiosa da comunidade conhecerá a existência da sua vida mística. Apesar de se fazer notar pela sua profunda piedade e pela boa execução das tarefas que lhe confiavam, ela não parecia distinguir-se mais que as outras.

Em setembro de 1866, obtém a licença de passar as noites em oração junto do sacrário. Recebe desde então revelações privadas de Cristo, que põe por escrito no seu diário. Em setembro de 1867, altura em que uma epidemia de cólera devasta a Saboia, o Senhor ter-lhe-á dado a oração do Terço das Santas Chagas e lhe terá pedido que realizasse uma Hora Santa, às sextas-feiras, para honrar as suas chagas. A 17 de outubro de 1867, nas mãos da sua Madre superiora, a irmã Marie-Marthe realiza um ato de oferecimento às Santas Chagas pelo mundo e pela Igreja.

De 1869 a 1873, alimenta-se exclusivamente da eucaristia. Em 1874, recebe os estigmas, que ela escondeu até à sua morte. Nos últimos anos da sua vida, a irmã Chambon atravessa uma noite da fé, que não afrouxará o seu fervor nem as suas atividades no seio do convento, mas que lhe causou muitos sofrimentos. Morreu no dia 21 de Março de 1907, após uma dolorosa doença.

Enterrada primeiramente no cemitério municipal. Os seus restos foram posteriormente transferidos para a capela de Notre-Dame-des-Sept-Douleurs (Capela de Nossa Senhora das Sete Dores), em Lémenc (Chambéry). A irmã Marie-Marthe Chambon repousa, hoje, na capela da Visitação de Marclaz, situada no município de Thonon-les-Bains.

Marie-Marthe Chambon
Serva de Deus, religiosa
Nascimento:    6 de março de 1841, Chambéry, Reino de Piemonte – Sardenha
Falecimento:   21 de março de 1907, Chambéry, França
Nacionalidade: Francesa
Venerada em: Visitação de Marclaz, Thonon-les-Bains
Beatificação:   a Causa está em curso
Venerada pela: Igreja Católica

Uma pobre segundo o Coração de Deus, Irmã Marie-Marthe Chambon “Serva de Deus”
Humilde conversa do Mosteiro da Visitação de Chambéry (1841-1907)

 Marie-Marthe Chambon era uma humilde irmã conversa do Mosteiro da Visitação Santa Maria de Chambéry cuja vida laboriosa e escondida foi o terreno duma vida interior intensa. Unida muito profundamente a Jesus no mistério da Santa Infância e no da sua Paixão, declarava ter recebido d’Ele uma “missão”, a missão de invocar sem cessar pessoalmente as Santas Chagas e de reavivar no mundo esta devoção.

Ao mesmo tempo que se espalhava a devoção às Santas Chagas, estendia-se a fama do seu humilde apóstolo, bem como a confiança no seu crédito junto de Deus. Dos mais diversos lugares, perguntava-se se não se empreendia a obra da beatificação da Irmã Marie-Marthe…

Marie-Marthe Chambon e seus Amigos é uma associação de Lei 1901, criada por iniciativa das Irmãs da Visitação, a 17 de Maio de 2011, cuja sede social se encontra no Mosteiro de Marclaz – 74200 Thonon-les-Bains – França.

As ações levadas a cabo pelos membros da Associação são submetidas às Irmãs da Visitação, para aprovação.

O seu objetivo é dar a conhecer as mensagens de Nosso Senhor Jesus Cristo reveladas à Irmã Marie-Marthe Chambon e propagar a devoção do Terço das Santas Chagas de Cristo.

 

NUOVO: Stampa il volantino della Croce Miracolosa e del Rosario delle Sante Piaghe

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NUEVO: Imprimir el folleto de la Cruz Milagrosa y el Rosario de las Santas Llagas

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NEW: Print the flyer of the Miraculous Cross and the Rosary of the Holy Wounds

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NOUVEAU: Imprimer le dépliant de la Croix Miraculeuse et du Chapelet des Saintes Plaies

Vous pouvez à présent télécharger et imprimer le dépliant de la Croix Miraculeuse et du Chapelet des Saintes Plaies

apercu du dépliant

Cliquez ici pour télécharger le dépliant du Chapelet des Saintes Plaies  version PDF, Français, format A4)

 

 

 

 

Restauration de la toiture de la chapelle des 7 Douleurs

Chapelle des Sept Douleurs

Merci à vous tous amis adhérents et donateurs. Grâce à vos dons nous avons pu participer, à notre mesure, aux frais de la restauration.

   
 
   
   

 

 

 

 

 

 

 

 

Instruction sur l’examen de conscience du Père M.F

Instruction sur l’examen de conscience

     Pour ouvrir notre âme à Dieu, il est nécessaire de reconnaitre en nous même tout ce qui s’oppose à la vie, tout ce qui fait dessécher et mourir la semence de la grâce qui a été semée en nous, tout ce qui étouffe les plantes à peine nées, tout ce qui manque à la grâce pour nourrir avec plénitude notre âme assoiffée et affamée de nourriture impérissable, de l’Amour de Dieu.

    Il est donc indispensable pour pouvoir engendrer des œuvres de vie, d’accepter en tout premier lieu que la lumière de la Vérité aimante pénètre en nous et mette en lumière nos défauts, ce qui s’oppose à son esprit, à sa présence, et de dire comme la Samaritaine : « Il m’a dit tout ce que j’ai fait. Ne serait-ce point le Christ ? » (Jn. 4, 29).

    Le Christ offre à la Samaritaineson Royaume qui est celui de la grâce. Et lorsqu’il est Interrogé par les Pharisiens pour savoir quand viendrait le royaume de Dieu, il leur répondit :  « Le royaume de Dieu ne vient pas de telle sorte qu’on puisse l’observer. On ne dira pas : Voyez, il est ici, ou :Il est là : Car voyez, le royaume de Dieu est au-dedans de vous » (Luc 17, 21). L’homme donc racheté par la venue et le sacrifice du Christ devient  lui-même un royaume de grâce .

L’examen de conscience est la tâche indispensable  pour permettre à la grâce de fructifier et de ne pas être suffoquée par les œuvres du vieil homme. C’est le Christ qui est venu installer cet examen de conscience sur terre en vue de notre libre retour à Dieu.

    Accepter que les yeux du Christ se posent sur notre âme. Il suffit de penser comment le regard du Christ dans sa Passion, d’un Amour et d’une Douceur extrêmes, pénètre dans l’âme de Pierre et le fait pleurer et regretter amèrement sa présomption de vouloir suivre le Maître là où l’on ne peut parvenir qu’avec tout son cœur et non avec les compromis et les «précautions» trop humains. Pierre ne se justifie pas comme Adam et Eve, il ne fuit pas le regard divin ; en un instant, la douceur du Christ ouvre son âme à la réalité de sa mission sur cette terre, à la puissance de l’Amour descendu sur cette terre, et ainsi son repentir lui permettra de répondre à son Maître ressuscité : « Oui, Seigneur, tu sais tout, tu sais bien que je t’aime »(Jn. 21, 17) .

     Tout l’être du Christ, sa simple présence parmi les hommes, son regard, ses paroles, ses gestes, sa douceur, a fait reconnaître à la Samaritaine qui Il était . Elle a accepté d’ouvrir son cœur à son Amour Infini : « Prenez sur vous mon joug, et recevez mes leçons : je suis doux et humble de cœur ; et vous trouverez du repos pour vos âmes, car mon joug est doux et mon fardeau léger» (Mtt. 11, 29-30) .

Notre Seigneur invite chacune de nos âmes à ne pas avoir peur d’ouvrir notre cœur à son Cœur, comme Lui-même n’a pas eu peur de le faire avec nous. Si nous répondons à son invitation, Il nous fera connaître la joie profonde de son amour. Cependant, Il nous avertit que cette source de vie n’est pas perçue par tous : « Je vous bénis, Père, Seigneur du ciel et de la terre, de ce que vous avez caché ces choses aux sages et aux prudents, et les avez révélées aux simples. Oui, Père, car tel fut votre bon plaisir ». (Luc 10, 21).

    Le «vieil homme», le «vieil Adam» qui vit au fond de chacun de nous s’efforce de brouiller les pistes, de nous faire perdre la trace du mal, de nous empêcher de voir clair, de nous cacher les notions sacrées. Il y a donc un combat au-dedans de nous- même contre le malin. Un grand effort est nécessaire pour écarter toutes les trompeuses justifications de nos actes et pour avoir le courage d’être précis et sévère, sans rien laisser dans l’ombre. Il est souvent extrêmement pénible de voir nos défauts et de les accepter, et il arrive que notre premier mouvement soit de révolte et même parfois de désespoir.

     Saint François de Sales note qu’il est normal que nous éprouvions du déplaisir à constater le mal qui est en nous, les défaillances dont nous nous rendons chaque jour coupables, encore faut-il que nous nous empêchions d’en avoir une déplaisance aigre et chagrine. « C’est la grande faute de ceux qui, s’étant mis en colère, se courroucent de s’être courroucés, sont dépités de s’être dépités. Car par ce moyen, ils tiennent leur cœur confit et détrempé dans la colère… Ces colères, dépits et aigreurs, que l’on a contre soi-même tendent à l’orgueil et n’ont d’origine que dans l’amour-propre, qui se trouble et s’inquiète de se voir imparfait. Il faut donc avoir un déplaisir de nos fautes qui soit paisible… » c’est-à-dire ne pas sentir de crispation sur soi-même, mais plutôt cette tristesse surnaturelle qui vient de ce que l’on a manqué à Dieu, et où la grâce tempère, adoucit, ce qu’il peut y avoir dans notre regret d’orgueilleux et d’amer.

     L’humilité est donc bien la première disposition indispensable à avoir pour s’examiner et diriger notre regard vers notre Rédempteur, le Christ, qui s’est humilié jusqu’à la mort sur la Croix ; viennent ensuite la foi et l’espérance en sa Miséricorde infinie pour reconnaître et dépasser nos défauts.

« Celui qui aime sa vie la perdra, et celui qui hait sa vie dans ce monde la conservera pour la vie éternelle.»(Jn. 12, 25), a dit notre Seigneur. Oui, accepter l’aveu intérieur de chacune de nos fautes demande un désir profond de mourir au péché et nous rappelle qu’à chaque confession, à chaque évolution dans notre âme nous sommes appelés à servir le Christ et à participer à sa résurrection car nous devons imiter sa vie et mourir à nous-mêmes pour Lui.  

  Saint Augustin en commentant l’Evangile de saint Jean nous dit : « Donc, si infini est l’Amour miséricordieux de Dieu, qui est arrivé jusqu’à donner son unique Fils en rachat de notre vie, grande est aussi notre responsabilité : chacun en effet, doit confesser son propre péché, pour que le pardon de Dieu, déjà donné sur la Croix, puisse avoir effet dans son cœur et dans sa vie. Dieu condamne tes péchés ; et si toi aussi tu les condamnes, tu t’unis à Dieu… Quand ce que tu as fait commence à te déplaire, alors commencent tes bonnes œuvres car tu condamnes tes œuvres mauvaises. Les œuvres bonnes commencent avec la reconnaissance des œuvres mauvaises »(Sur l’Evangile de saint Jean, 12, 12 :Pl 35, 1190).   

     Notre vie est presque continûment agitée, remplie d’activités, au milieu du tumulte du monde et des préoccupations. Il est indispensable, sans chercher de fausses justifications de charité envers les autres, de trouver à tout prix un moment pour rentrer en soi et écouter la voix qui parle en chacun de nous parce que tout homme a été créé par Dieu. C’est l’attitude du fils prodigue, dans la parabole de l’Evangile, qui retourne vers son Père dans un triste état mais avec le cœur contrit et en acceptant comme justes les humiliations subies sur le parcours. Chaque jour, nous aussi, nous avons un motif de retourner vers le Père, sans parcourir de nombreux kilomètres, mais par un mouvement intérieur de l’âme qui demande sincèrement pardon.

     L’examen de conscience nous prépare à la confession, et beaucoup admettent difficilement que la rencontre du pardon avec Dieu nécessite l’intermédiaire du prêtre, d’un homme que l’on considère souvent plein de faiblesses et de péchés. Les disciples, durant la Passion, ont montré leur faiblesse, mais Jésus leur a laissé ensuite non seulement le souvenir et l’enseignement d’une infinie douceur dans son pardon après la résurrection, mais Il leur a encore donné ce même pouvoir et chrétien privilège de pardonner : « Paix à vous ! comme le Père m’a envoyé, moi aussi je vous envoie » Et, après avoir dit cela, il souffla sur eux et il leur dit : « Recevez l’Esprit Saint, à qui vous pardonnerez les péchés ils seront pardonnés, et à qui vous les retiendrez ils seront retenus » (Jn. 20, 21-23).

Ils reçoivent non seulement la marque indélébile de la douce Paix que procure le pardon du Christ, mais aussi le trésor du Cœur du Christ : sa Miséricorde infinie.

     Chaque examen de conscience, chaque confession, nous prépare à notre rencontre avec Dieu, et il nous sera demandé beaucoup de clarté et de paix intérieure pour pouvoir aller à la Lumière éternelle. A l’approche de la mort, l’examen de toute notre vie a lieu avec une impressionnante clarté et sur cette terre il faut s’y préparer.

L’examen de conscience, la confession et la communion à la sainte Eucharistie forment le témoignage vivant de notre foi catholique et chrétienne et nous lient avec le Ciel. Sur cette terre, c’est en s’adressant à notre très Sainte Mère la Vierge Marie que nous pouvons apprendre à être humbles, à nous approcher du trône de la Miséricorde des Saintes Plaies de Notre Seigneur Jésus Christ pour être guéris de nos blessures et grandir dans son Amour.

Visitation Thonon Marclaz et son Infirmerie

Vivre dans un Monastère où un secteur médicalisé permet de soigner les sœurs âgées ou dépendantes,  à tous les Ordres contemplatifs.

Un service de soin au coeur du Monastère en réelle communion entre le personnel laïc et les religieuses.

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